Às vezes odeio


Às vezes odeio todos os livros de autoajuda lotado de frases otimistas e premissas de um futuro maravilhoso. Quando estou no poço e sinto-me afundar cada vez mais, todas as frases positivas parecem promessas falsas, afinal, é muito fácil dizer coisas bonitas quando se está no topo do mundo. Mas, no fundo do poço, tudo o que é bom parece querer afundar junto.
E não é fácil sair do abismo. Há uma areia movediça que prende os pés e um abraço que se passa por caloroso a prender os braços, mas de caloroso não há nada. O negativismo parece seduzir como qualquer outra coisa que vicia. Ficamos viciados em ficar para baixo. Nos depreciar cada vez mais, porque jamais seremos bons o suficiente.
Mas não é verdade. Não há nada de bom em sentir-se a mosca do cocô do cavalo do bandido. E os autores de autoajuda foram sinceros com você. Não precisamos estar com a vida feita ou plenamente satisfeitos para desejarmos o melhor para nós mesmos, é verdade: você merece o melhor, simplesmente por estar nesse mundo enfrentando todas as dificuldades desta vida louca.

Desconstrua velhos hábitos... destrutivos


Você já parou para pensar nas coisas que faz no modo automático? Quem leu "O poder do hábito", de Charles Duhigg, sabe que escovar os dentes ou tomar banho são ações que realizamos sem a necessidade de pensar nelas. Não nos importamos em como vamos fazer, simplesmente fazemos. E tudo bem, nosso cérebro agradece o fato de pouparmos raciocínio para assuntos mais importantes. O problema é quando nossos próprios pensamentos agem por conta própria.
Todo mundo já fez algo no qual não se saiu muito bem, seja um trabalho acadêmico, o exercício de alguma função específica no trabalho, uma tarefa doméstica. Isso também não é problema algum: aprendemos justamente com nossos erros. O problema, contudo, está quando nos acostumamos com a ideia de que não somos bons o suficiente em algo e, ao invés de arrumarmos meios para solucionar esse problema, criamos ciclos viciosos de pensamentos automáticos.
Deixe-me exemplificar. Imagine alguém que não se saiu muito bem em uma atividade uma única vez na vida e, por medo, decidiu nunca mais tentar nada parecido. Pode ser uma profissão, uma palestra, lidar com um cliente difícil no trabalho. Da próxima vez que esta pessoa precisa enfrentar a mesma situação, ela recua, lembrando-se de que talvez não seja o mais qualificado para exercer tal função. E isso, de forma inconsciente, vira um hábito do pensamento: "Ah não, isso eu não faço, não sou bom nisso". Ao invés de mudarmos a estratégia para alcançar algo, nosso próprio pensamento nos boicota, agindo em modo automático e nos privando de qualquer atitude desafiadora.

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Para participar é muito fácil, basta seguir as regrinhas:
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3- MARCAR 2 AMIGOS nos comentários da foto oficial, quantas vezes quiser (não vale IGs de famosos, lojas e fakes).
4- Residir em território nacional.
5- Pode participar quantas vezes quiser, mas só serão válidos os comentários com os dois amigos diferentes! Quanto mais comentar, mais chance tem de ganhar!

Julgamento

Não importa o que você faça, sempre aparecerá alguém para criticar. Não importa se você ainda está aprendendo, ou que não é perfeito, ou que está se esforçando, ou que você faz aquilo por hobbie, ou que deu o seu melhor, ou que está melhorando, ou que é o seu primeiro dia, ou se você faz para ajudar e não pede nada em troca, ou que não é especialista no assunto, etc., etc. Sempre haverá alguém insatisfeito com o que você fez, mesmo que esse alguém não esteja em posição de julgar. 
Sempre tem aquela pessoa que vai dar deslike no seu vídeo, no seu texto, na sua música, na sua foto, na sua vida. Que vai dizer que algo não é bom, como se tivéssemos a obrigação de sermos sempre perfeitos e agradarmos a todos (mesmo que existam milhares de personalidades diferentes no mundo!). Sempre haverá alguém para dizer que você não é capaz, mas, na verdade, só deixamos de ser capazes de algo quando, ao invés de tentarmos, nos restringimos a apenas julgar e julgar e julgar.

O tempo todo

É tão difícil nos desligarmos de nossas vidas automáticas e realmente sentir o mundo à nossa volta. Não costumamos reparar no céu azul ou na beleza das nuvens, não sentimos o vento em nossa pele ou a sensação boa dos raios solares incidindo pela manhã. Tomamos o café apressados, não relaxamos com a água quente que inunda nossos banhos ou o arrepio ao andar descalço no piso frio. Estamos o tempo todo envoltos em sensações que não ligamos. Pensamos e criamos problemas vãos o tempo todo. Deixamos escapar a vida o tempo todo.

Reféns

Estamos tão presos a nós mesmos, tão reféns dos nossos próprios medos, que transformamos bênçãos em tormentas, sobrevivência em prisão, amor em indiferença.
Crescemos acumulando bens e menosprezando o próximo. Tentamos ser fortes e independentes, mas para isso queimamos toda a empatia como combustível. Transformamos futilidades em grandes problemas e a grandiosidade da vida em uma rotina monótona e, muitas vezes, infeliz.
Aprendemos a ser iguais e a apontar o dedo para o diferente. Desbotamos, evaporamos e perdemos a nossa essência. Éramos humanos, mas queríamos ser máquinas. Vendemos nossa alma por algo inanimado, mas jamais questionamos se as máquinas ousariam desejar, uma mísera vez que fosse, qualquer outra coisa que não tornar-se humano... 

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Criado por: Andréa Bistafa.
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